Brastemp – Água
“Um serviço que não é assim, nenhuma BRASTEMP”
Por mais de dois anos paguei mensalmente pelo purificador de água Brastemp a quantia extorsiva de R$41,60. Até que um dia, parei para pensar e ver quanto era absurdo e resolvi então, cancelar o serviço. Minha tentativa cabou sendo frustada, pois a atendente me ofereceu um desconto, dizendo que a partir do mes seguinte eu pagaria apenas R$24,00. No mes seguinte veio debitada no meu cartão de crédito a quantia de R$27,23. Claro, eu havia “entendido errado” o valor. Como de nada adiantou reclamar, no mes de maio do corrente ano, cancelei o serviço definitivamente. Mas qual não foi minha surpresa, quando dois meses depois recebi uma cartinha dizendo haver um valor em aberto, uma vez que o cartão não fizera mais o pagamento. Atitude que me parece correta, não? Só que as cartinhas continuaram a chegar, e eu simplesmente passei a ignorá-las, depois da última vez que liguei para o número indicado e o atendente queria “apenas o número do meu cartão de crédito”. Engraçadinho, não? Como o valor cobrado era ridículo (R$28,90), para encerrar o assunto, sugeri que mandassem um portador ou me dessem um número de conta que eu depositaria. Mas não houve acordo. A única opção era eu fornecer o número de um cartão de crédito. Aí já comecei a me sentir ofendida: pensei, estão me achando mais idiota do que sou! Imaginei estar o assunto encerrado, até que sábado(04/10) recebo um telefonema de uma fulaninha, fazendo ameaças. Pode? Não sabia que a situação da BRASTEMP era tão crítica! Mas, em consideração à empresa tão renomada, mantenho minha oferta de pagar o valor (sem discutir se devido ou não) a título de colaboração. Agora, fornecer número de cartão de crédito, e ainda por telefone... aí, mamãe não deixa!
Escrito por Marilene Eboli às 15h33
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Aquário de São Paulo - Dia de tristeza
Férias!!! Oportunidade de levar filhos, netos para passear durante a semana. Legal! Vamos conhecer o Aquário de São Paulo. Ótimo, dia de sol, o local relativamente próximo a minha casa, fácil acesso, naquela semana havia um desconto de 50%, tubarões, pinguins, cine 3D e muito mais! Tudo parecia perfeito, até o momento do início da visita: fomos nos acotovelando por corredores apertados, escuros e abafados à procura das principais atrações que aparecem no anúncio do Guia. Tubarões? Só se estavam encobertos pelas águas turvas e vidros ensebados. Pinguins? Não estavam presentes por se encontrarem em fase de adaptação! Mas na verdade, acho que eles nunca vão aparecer, porque quando eles virem o local que lhes foi reservado, ou fogem ou se suicidam! Bom, vamos ao cine 3D. Nova surpresa! Mais R$5,00, e só não pagam as crianças até 3 anos. Detalhe: em nehum anúncio está escrito que o cinema é pago à parte. E quando mencionei o fato à "mocinha" encarregada de cobrar o ingresso, sabe o que ela me respondeu? "A senhora queria que a gente pusesse no anúncio que a coca-cola também é paga à parte?" Brilhante, não? Mas, como diz o ditado "desgraça pouca é bobagem" , comprei os ingressos. A idéia do filme é interessante, alerta as crianças sobre a poluição dos mares, etc... mas nunca vi nada de pior qualidade: parece uma dessas produções caseiras feita com equipamento vencido, pior que DVD pirata. A imagem era desbotada, embaçada (e eu pus os óculos), o mar cinza, uma tristeza... Ao final de tudo, só me restou pedir desculpas a minha neta, diante de sua carinha de decepção. Tudo bem, eu não esperava encontrar um aquário como o de Gênova, Sea World, mas acho que a nossa cidade merecia algo mais digno, à altura de sua grandeza e riqueza.
Escrito por Marilene Eboli às 20h31
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ESQUADRI-MAX - cuidado!!!
Iludida pelo tamanho do anúncio no Listão e querendo trocar minha janela do banheiro, liguei para a ESQUADRI-MAX, sendo atendida pela sra. Vera Lúcia que após eu dar as medidas e explicar que o caixilho estava sobre uma parede azulejada que não poderia ser quebrada, ela me passou um preço de R$630,00 e me alertou para o fato de que EVENTUALMENTE, no momento de recortar a parte externa do ferro, poderia lascar algum azulejo e que por essa eventual quebra a empresa não se responsabilizava; mas que era difícil isso ocorrer, uma vez que eles cortavam tomando todo o cuidado. Encomendei a janela! Veio então em minha casa um "técnico" (sr. Geraldo) para verificar as medidas e repetiu que na hora de recortar a parte externa de ferro, poderia acontecer uma eventual quebra de azulejo e ainda me perguntou se eu tinha algum guardado. No dia seguinte, a tal sra. Vera me ligou dizendo que o preço não poderia ser o que ela havia me passado, porque as medidas que eu havia dado eram menores do que as reais, e portanto o preço era de R$680,00, e que para pagamento à vista ficaria em R$660,00. Como a minha área é outra, confiei nas medidas tiradas pelo tal técnico e nesse mesmo dia (17/06) veio um motoboy retirar o cheque do sinal de R$200,00, conforme havia sido combinado e com um prazo de 15 dias para a entrega. Passados 20 dias sem que ninguém me entregasse nada, liguei e fui informada de que havia ocorrido um problema na fábrica, mas que em mais 2 dias o serviço seria executado. Passei o dia todo esperando e ninguém apareceu. Tive que agendar novo dia. Veio então o sr. Laércio com uma janela visivelmente maior do que o vão onde deveria ser colocada. Ele me disse que a janela havia sido feita errada, porque aquela que ele trouxe implicaria na quebra de todas as paredes para caber, e ele disse "é claro que não é isso que a senhora pediu, não é, porque a senhora não vai querer quebrar todos esses azulejos caros, né?" Ele me explicou o que deveria ser modificado e me garantiu que a fábrica iria refazer a janela. No dia seguinte a tal sra. Vera me ligou, já com uma conversa mole, me perguntando se eu havia explicado para o técnico (não sei em quê) que não era para quebrar as paredes. Aí já entendi tudo. O velho golpe: a culpa é sempre da vítima. Ninguém, claro, quer assumir o erro e o prejuízo. Porque não empurrar para a trouxa da cliente? E dentre as 3 propostas que me foram feitas: 1-pagar outra janela; 2- quebrar tudo para colocar aquela ou 3- desfazer o negócio, optei pela terceira, fornecendo o número da conta bancária para a devolução do sinal. Passados 4 dias, não vi dinheiro nenhum, liguei para o gerente sr. Cláudio. Esse sim, deixou bem claro em que arapuca eu havia caído. Disse que eu encomendei uma "coisa" e depois mudei de idéia, que ele não tinha obrigação de me devolver o dinheiro e que eu deveria procurar meus direitos. Simpático, não? Só aí é que fui prestar atenção e entender o nome ESQUADRI-MAX: o "quadri" é de quadrilha e não de esquadrilha como ingenuamente havia pensado; e "max" são a incompetência e a safadeza.
Escrito por Marilene Eboli às 19h28
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